segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Estou na capa da magazine Abismo Humano! Lê a minha entrevista!

Estou na capa e contracapa da revista Abismo Humano nº 17. Vejam a minha entrevista e galeria de fotos, das páginas 6 à 16. Esta é uma edição especial com 70 páginas, e está cheia de artistas incríveis, portanto não deixem de conferir todo o conteúdo! :)


Printscreen da revista
Aqui fica uma transcrição integral da minha entrevista. Espero que gostem de ficar a conhecer-me um pouco melhor!

Nascida e criada no Alentejo, é em Lisboa atualmente que reside, estuda e exerce a sua arte. 
É estudante de Bioquímica, mas mais do que cientista, considera-se artista e é para a arte que vive. Música, bailarina e modelo, a nível amador, explora e aprende as artes performativas, pois criar e interpretar é o que a move: transmitir algo – uma mensagem ou um sentimento - através do corpo, seja com o movimento, a voz, a expressão facial, um instrumento musical, ou a imagem. 
No estudo e aperfeiçoamento destas faculdades e na criação e concretização de projetos artísticos encontra a sua plena felicidade e paz de espírito.

AH: Olá Diana. 
Diana Rosa: Olá!

AH: Como foi que veio a surgir a Diana Rosa que conhecemos enquanto artista e performer? 
DR: Falando de uma revelação a nível pessoal, e não necessariamente público, é um pouco difícil definir um ponto de partida a nível cronológico em relação ao meu surgimento enquanto artista, e dissociar o meu desenvolvimento artístico do meu desenvolvimento pessoal, pois é algo que tenho explorado intimamente desde que me conheço, ainda antes de ter sequer consciência disso. 
A Diana Rosa que conhecemos hoje é, portanto, o culminar de tudo o que aconteceu até aqui, pois não é um momento ou uma ação que me define enquanto artista, mas todo o processo. Os sonhos de criança, os anos dedicação em silêncio, os tímidos primeiros passos, os nãos que recebi, o investimento pessoal, as primeiras conquistas, a “fé” que depositaram em mim, as oportunidades e desafios que soube agarrar, o sair da zona de conforto e a aprendizagem constante e incessante. 
O meu eu artístico tem sido assim uma parte de mim que fui construindo e desenvolvendo ao longo da vida, associado, por um lado, a uma necessidade de canalizar os meus sentimentos para algo mais libertador, como um escape, por outro, à vontade sempre presente de me superar todos os dias, e por outro ainda, à vontade de produzir algo que toque as pessoas.

AH: Podes contar-nos do teu background na arte e na performance antes de decidires apresentar o teu trabalho artístico para o exterior? 
DR: Dado que me dedico a diferentes áreas artísticas, vou explicar a minha experiência em separado. 
A música foi a minha primeira grande paixão, e cantar tem sido praticamente uma necessidade diária, ao longo de toda a minha vida. Além de cantar bastante desde miúda, pelo prazer que me dava, desde cedo comecei a ter também o cuidado de me aperfeiçoar e de subir a fasquia. Sempre apreciei imenso vozes desafiantes, e sempre que um detalhe numa voz me fascinava, eu criava automaticamente o objetivo de conseguir fazer algo semelhante com a minha. Nunca quis ficar pelo mais simples. E foi assim que fui aprendendo a cantar, de forma totalmente autodidática, inspirada pelas vozes que me fascinavam, praticando e falhando muito até conseguir dominar essas nuances com a minha própria voz de forma segura e saudável e incorporá-las no meu próprio registo – algo que ainda hoje funciona assim. 
Para aprofundar a minha musicalidade e ser mais autossuficiente a nível musical, aos 13 anos resolvi ter aulas de guitarra clássica. Tive aulas regulares durante dois anos numa escola de música em Évora, com o contrabaixista Carlos Menezes. Foi uma experiência que me expandiu os horizontes para um novo mundo. No entanto, na altura era muito jovem e optei por uma vertente de curso livre, com muito pouca carga teórica, e hoje lamento não ter optado por uma formação musical mais sólida e nunca ter estudado teoria musical. 
Ao longo dos anos, fui ganhando alguma bagagem com pequenos concertos que fazia a solo ou com amigos, e integrei diversos projetos que me deram mais bases musicais e novos conhecimentos que me fizeram crescer imenso, como por exemplo, aos 18 anos, a Tuna Feminina do Instituto Superior Técnico e o Coro da Universidade de Lisboa, entre outros. Eventualmente acabei por ter a minha primeira experiência como integrante de uma banda, mas só depois de dar vários concertos praticamente em segredo me senti preparada para assumir o meu papel enquanto música (compositora e intérprete) e começar a divulgar a minha atividade. É um processo que leva muitos anos a aperfeiçoar, pois o verdadeiro mestre é a experiência e a prática constante, e portanto nunca tive pressa em expor-me antes de sentir que tinha atingido um nível aceitável para tal. 
Já ao nível da dança oriental, a minha aprendizagem formal começou consideravelmente mais tarde, em 2011. Foi uma descoberta completamente aleatória, pois resolvi experimentar quase por acaso; no entanto, ela entranhou-se em mim e cresceu de tal forma que hoje não consigo imaginar a minha vida sem ela. Tive aulas regulares com as bailarinas Kahina Spirit e Susana Amira, as minhas principais professoras, por quem tenho uma admiração e gratidão enorme. Alguns anos mais tarde, a determinado ponto do meu percurso, e já no nível avançado de aprendizagem, senti necessidade de traçar o meu próprio caminho. Foi então que deixei as aulas regulares e passei a dedicar-me ao estudo desta arte de forma independente, com muita pesquisa individual autónoma, e frequentando sempre que possível workshops de conceituadas mestres, explorando diferentes estilos e temas, para enriquecer e completar a minha formação. Desta forma, até à data, acumulo aprendizagens com as bailarinas Paula Dahab, Judite Dishlad, Cris Aysel, Sara Naadirah, Sahara Zaki, Maria João Soares, Sara Toscano e Lucília Baleixo, mas tenho o desejo de absorver conhecimentos de muitos outros grandes mestres da dança no futuro. 
A minha experiência de palco nesta área advém, em parte, do background que já tinha da música, mas essencialmente do período em que fui aluna da Susana Amira e integrei o seu grupo de dança Raqs Amira. Com este projeto acumulei imensa experiência que me deu uma bagagem essencial para desenvolver os meus projetos artísticos pessoais e iniciar assumidamente a minha carreira como solista. 
Para concluir, o modeling surgiu na minha vida pela primeira vez em 2012. Acabou por ocorrer e se ir desenvolvendo naturalmente, sobretudo como consequência da minha experiência e rede de contactos adquiridas nas atividades que referi anteriormente. Não tinha grandes bases, então meu percurso nas artes performativas foi mesmo o meu principal background para conseguir expressar-me desta forma. 
Há, no entanto, um nome neste meio que tenho de salientar, pois foi uma pessoa que me ensinou muito: David Simões, ex-modelo português dos anos 90, e diretor da agência DXL Models. Prefiro não comentar a experiência que tive com esta agência, porque não foi positiva e deixou-me muito de pé atrás com este universo na sua vertente profissional, no entanto, acredito que até das piores experiências retiramos algo de bom, e sendo este caso um excelente exemplo disso, é nisso que prefiro focar-me. E, de facto, de forma informal e imprevista, no decorrer de uma sessão fotográfica seguida de uma longa conversa, o David Simões passou-me um grande input e ensinamentos bastante importantes sobre diversos aspetos inerentes a esta atividade, quase como se de um workshop de tratasse, e ainda hoje considero que essa conversa foi uma enorme base para mim.

AH: Sabemos que cantas em 11th Dimension, uma banda de metal alternativo. Como veio a surgir este projecto, e como veio a tomar a sua forma de expressão? 
DR: As bases desta banda surgiram há algum tempo atrás, num outro projeto sem nome, com um estilo musical bastante diferente. Na altura em que entrei para essa banda, conheci, entre os 5 elementos constituintes, o Pedro, a Filipa e o Carlos, que são agora os meus colegas em 11th Dimension. 
Após alguns conflitos internos, nós os quatro decidimos abandonar esse primeiro projeto e formar algo nosso, com que nos identificámos mais. Por outro lado, de certa forma, sentíamos que antes disso precisávamos de evoluir musicalmente e ganhar alguma experiência ao vivo. Então, em 2011, formámos inicialmente um projeto de covers rock, Thorns, que ao longo dos dois anos que se seguiram nos deu tudo isso que pretendíamos e muito mais, porque acabou por fazer de nós uma família. 
Em 2013, sentimos que chegara finalmente a hora de subir a fasquia e explorar o nosso próprio som, e então assumimo-nos como 11th Dimension, projeto de originais de metal. O desafio inicial foi aprendermos como conciliar as influências, o estilo e os gostos musicais de cada um e fundir tudo isso de forma harmoniosa, o que não se revelou muito fácil; mas contornado esse obstáculo, conseguimos encontrar um caminho e criar o nosso próprio estilo.

AH: Também sabemos que tocas guitarra e és a guitarrista dos Thorns, tens planos futuros para a guitarra? 
DR: O facto de mencionares os Thorns é pertinente, na medida em que nunca anunciámos um final oficial para o projeto, mas como descrevi na questão anterior, esta banda acabou por ser um processo, um intermediário necessário para atingirmos um outro fim. Uma vez atingido esse fim, sentimos que já não fazia sentido continuar, e portanto optámos por canalizar o nosso tempo e as nossas energias apenas para os 11th Dimension. 
Nos Thorns eu tocava guitarra elétrica, mas a minha verdadeira paixão é a guitarra clássica. No entanto, o facto de ter demasiadas coisas importantes para conciliar na minha vida leva-me a ter de abdicar de algumas outras coisas importantes, e a guitarra foi uma delas. Na verdade, deixei de tocar guitarra há cerca de dois anos, e sinto-me como se me tivesse afastado de um amigo de infância, como se tivesse deixado que os laços que tinha com um cúmplice esvanecessem no tempo. Sinto também que desaprendi e “enferrujei”, e que tudo isto tem vindo a causar-me um remorso cada vez maior. 
Em relação a planos futuros, eu gostaria mesmo muito de quebrar este gelo, de ganhar coragem para voltar a pegar na guitarra e de conseguir tempo para tocar com alguma regularidade. Mas tocar para mim, em casa, sozinha. Estudar algumas peças, definir alguns objetivos de treino, ou então simplesmente tocar o que me apetecesse… Isso iria fazer-me tremendamente feliz, e tem uma importância muito maior para mim do que voltar a dar concertos de guitarra ao colo.

AH: Na dança, dirias que foste inspirada por outras bailarinas ou bailarinos? Alguém que te tenha ensinado ou que tenhas visto dançar te iluminou de forma especial? 
DR: Sim, sem dúvida alguma, a começar pelas minhas professoras, Kahina Spirit e Susana Amira, que ainda hoje são das pessoas que mais me inspiram. Mas sou louca por um monte de bailarinas de dança oriental, principalmente (mas não exclusivamente) na vertente mais clássica e menos fusionada desta dança. 
A nível nacional: Sara Toscano, Cris Aysel, Paula Dahab, Raquel Eilid, Sabina, Sara Salazar, Francisca Irina, Bárbara Ramos. A nível internacional: Jillina, Saida, Ju Marconato, Esmeralda Colabone, Sadie Marquardt, Natália Piassi, Alla Kushnir, Kahina, Aryana Rebelo, Irina Akulenko, Sherena.

AH: Tu dás aulas de iniciação à Dança Oriental no Clube Atlético de Arroios. Há algumas características em específico que gostas de transmitir às tuas alunas? Como achas que te vêem? 
DR: Há imensas coisas que faço questão de lhes transmitir, à parte da mera técnica física. Gosto de lhes transmitir que somos capazes de tudo, se nos propusermos a trabalhar para tal; gosto de incentivá-las a gostarem de si mesmas e a valorizarem quem são; gosto de lhes gerar curiosidade sobre o contexto cultural desta dança; gosto de lhes recomendar as grandes mestres que me inspiram, para que possam expandir também as suas fontes de inspiração; gosto de lhes incutir uma atitude humilde, mas que celebre cada pequeno passo; e gosto sobretudo de lhes proporcionar uma hora agradável onde não entram as preocupações e o stress do dia-a-dia, enquanto estão na minha aula. 
Como elas me vêem eu não sei, mas espero que me vejam como uma colega. Digo-lhes muitas vezes que sou também uma aprendiz, porque é isso que eu sou, no fundo. As aulas são uma forma de crescimento conjunto, delas e meu.

AH: Se tivesses de lhes transmitir alguma coisa nesta entrevista, o que seria? 
DR: Gostaria de lhes dizer que tenho a maior gratidão pela confiança que depositam em mim, que tenho o maior respeito por deixarem tudo naquele momento para estarem presentes na minha aula, e que os seus olhares sorridentes e curiosos são a minha motivação para trabalhar cada vez mais e melhor.

AH: Se não estou errado moraste no Alentejo - a minha zona favorita de Portugal - até aos dezoito anos, mudando-te para Lisboa em ordem a desenvolver os teus sonhos. O meu processo foi um pouco o contrário, tendo-me mudado da cidade para o campo. Como se sucedeu a tua integração na capital? O que foi fácil e o que foi difícil? 
DR: Exatamente; vivo em Lisboa há 8 anos. É verdade que venho de um meio totalmente diferente, e sinto-me muito grata por ter tido a sorte de passar toda a minha infância e adolescência num ambiente tão saudável. Fui nascida e criada numa pequena aldeia no campo, e não poderia ter sido mais feliz de outra forma. No entanto, cheguei a um ponto em que senti que já não havia mais nada para mim ali, que iria ficar de asas cortadas se lá permanecesse. 
E assim, a minha adaptação à capital foi extremamente fácil e natural. O mais fácil foi a solidão, que para mim é sinónimo de privacidade e de paz – um tipo de paz que é impossível conseguir numa aldeia pequena. Na verdade, não consigo lembrar-me de nada que possa considerar que tenha sido propriamente difícil, a não ser a adaptação ao ruído constante da cidade, talvez. Em Lisboa sinto que estou no meu lugar e não tenho intenções de mudar de pouso. Gosto de toda esta agitação, e de todas as oportunidades que cá estão. No entanto, todos os meses regresso pelo menos uma vez às minhas origens, e faz-me bem toda aquela tranquilidade do Alentejo, o seu céu estrelado quase surreal, e o calor da família para repor as energias. É assim que encontro o meu equilíbrio.

AH: Do que gostas mais em fazer parte de um meio artístico? 
DR: Gosto do fluxo de ideias, da ousadia, da leveza, das mentalidades abertas, da coragem de explorar o intocável, da capacidade que as pessoas têm para sonhar, para ver algo lá mais à frente que não se sabe bem o que é, mas que ainda assim anseiam. 
Pertencer a uma comunidade artística só tem um defeito: ficamos mal habituados. Porque quando caímos na real, as pessoas com as quais temos de nos relacionar no dia-a-dia muito provavelmente não são assim. E tenho algum receio de soar pretensiosa ao dizer isto, e portanto quero frisar que isto não significa que os artistas sejam seres superiores aos demais, apenas têm uma forma diferente de pensar e de encarar a vida, e eu relaciono-me melhor com essa forma.

AH: Recomendarias outras pessoas a tentar esta via? 
DR: Sim, sem dúvida. Mas é preciso querer correr o risco. Porque no nosso país muito poucos conseguem ter a sorte de poder ser “apenas” artistas, e portanto é inevitável ter de conciliar todos os nossos projetos artísticos com outra atividade que nos sustente. E assim, ser artista é ter de ser um cidadão normal, que tem os seus deveres e obrigações, que trabalha ou estuda ou faz ambos, que tem uma família e uma casa para cuidar, mas que no final do dia não resiste à ânsia de criar, de ensaiar, de montar um projeto, um conceito. E quando entramos neste caminho pelo nosso próprio pé e começamos a subir os degraus desta escada, e gostamos do lugar para onde ela nos leva, o nosso cérebro nunca mais pára, e o nosso corpo nunca mais nos deixa descer os degraus e voltar a ser quem éramos. É uma jornada para a vida, que por vezes nos consome demasiado, nos leva a ter de abdicar de muitas outras coisas e nos traz muitas frustrações, mas sabemos que precisamos dela para respirarmos, e que esta loucura saudável é o que nos dá alento para tudo o resto. 
Assumido este risco, sim, recomendo a toda a gente que sinta esse apelo dentro de si a agarrar esta loucura, que ao mesmo tempo é um escape para a nossa sanidade.

AH: Como é posar para a fotografia? Algum momento de transcendência que queiras partilhar? 
DR: Para mim, pousar para a fotografia tem essencialmente duas fases: uma de adaptação e outra de libertação. Nos primeiros minutos eu sinto-me sempre meio bloqueada e preciso de levar o meu tempo para criar empatia com o fotógrafo, para me soltar, para incorporar a personagem e finalmente me transcender. Depois, quando me permito esse desprendimento do eu, torna-se um processo agradável e divertido até, que resulta da simbiose de ideias e de energias entre mim e o fotógrafo. Com alguns essa simbiose funciona melhor do que com outros, e nem sempre é tão fácil de atingir. 
Sinto que o trabalho que fiz que teve um impacto mais forte na minha personalidade foi o mais recente – um ensaio de nu artístico na água, com a fotógrafa Leonor Ribeiro. Foi a primeira vez que explorei um conceito desse género, e para mim teve um papel duplamente importante. Por um lado, fez-me sair do meu registo habitual, temático, fantasioso, mais etéreo e élfico, para um campo mais cru e minimalista, onde a personagem era eu mesma, completamente desarmada. Por outro lado, o facto de fotografar em nu acabou por tornar-se um processo super importante para a minha autoaceitação. Antes de o fazer, já tinha sensação de que deveria ser algo muito libertador, mas mais do que isso, foi catártico. Assim que entrei na água, a simbiose entre mim e a Leonor foi praticamente imediata, e acho até que nunca tive tanta facilidade em soltar-me; além disso, a água serviu-me de suporte físico para me expressar e de matéria para levitar o corpo e a mente. Deu-me equilíbrio. Adorei trabalhar com a Leonor e adorei todo este processo, bem como o seu resultado. 
Esta experiência ensinou-me que tudo pode ser mais simples se eu for apenas eu, sem barreiras quer físicas quer psicológicas. Tornei-me uma mulher mais forte depois desse dia.

AH: Também entraste em videoclips e curtas metragens? 
DR: Sim, são trabalhos que vão ocorrendo mais esporadicamente. Infelizmente, alguns deles ainda não tive oportunidade de divulgar convenientemente – porque ou se tratam de projetos que ficaram na gaveta, ou então que já seguiram para os seus fins, mas que ainda não foram oficialmente divulgados para o público em geral por parte dos seus criadores, como por exemplo um trabalho que foi realizado para o Porto Fashion Film Festival, selecionado para a competição de filmes de autor. 
Outros, foram já publicados: o videoclip do tema Mais Um Dia da Ana Figueiredo (ex-Homens da Luta e Muri Muri), onde atuo como bailarina; a curta-metragem The Moment of Home, em que interpreto a principal e única personagem, que foi realizada no âmbito da prova de aptidão profissional de dois jovens estudantes nas áreas da fotografia e multimédia (Miguel Berro e Catarina Pitta) e tem como principal foco a exibição de um conjunto de técnicas e conhecimentos adquiridos pelos mesmos no decorrer do seu curso profissional, através do desenrolar de uma história; e também um anúncio publicitário de uma marca conhecida para a Polónia, onde tive um pequeno papel. 
Tenho um curriculum ainda curto nesta vertente mais de acting, mas é uma área que gostaria imenso de explorar mais, pois é muito desafiante.

AH: Quais os teus melhores momentos em palco - enquanto bailarina e enquanto vocalista? 
DR: O palco para mim funciona sempre como um êxtase. E nesse sentido, recordo-me de um concerto de 11th Dimension que foi para mim dos mais marcantes. Aconteceu no Porto, no Metalpoint, em Dezembro de 2014, e foi na terceira edição do festival Ladies First. Senti que essa noite teve um ambiente muito especial, o momento de palco foi particularmente extasiante para todos nós, e foi daquelas noites em que fiquei sem saber de que lado do palco gostei mais de estar, porque os concertos das restantes bandas - Cinemuerte, Inner Blast e Monolith Moon - foram fenomenais. Assisti ao concerto de Cinemuerte como uma verdadeira fangirl, completamente emocionada; as restantes bandas na altura não conhecia tão bem, mas foi fantástico porque além de ficar super fã de ambas, fiquei também com uma relação muito especial com alguns dos seus elementos. Trago novas relações de amizade dentro de mim desde esse dia. E isso foi a cereja no topo do bolo para uma noite que me proporcionou um momento de palco tão marcante. 
Enquanto bailarina, marcou-me particularmente um espetáculo privado que dei em Castelo de Vide, para o grupo scootard CPM (Clube Português de Maxiscooters). O meu espetáculo encerrou a primeira noite dessa saída de fim-de-semana do grupo. Acontece que eu não cheguei lá simplesmente à hora do evento para atuar e vir embora, pois como o local era muito longe e a saída era organizada por amigos meus, acabei por integrar o grupo nas atividades desse dia, desde a longa viagem na caravana de motas, à passagem da noite no hotel onde decorreu a atuação, passando ainda pelo piquenique na serra e o passeio na vila durante a tarde. O CPM é um grupo de pessoas extremamente acolhedor, atencioso e animado, e após todo este convívio com eles, a noite da atuação foi ainda mais especial. Mas mesmo sem todos os momentos que a antecederam, essa atuação seria sempre marcante para mim, pois o CPM é dos públicos mais animados e interativos que um artista pode ter. Este foi o espetáculo mais longo que dei a solo, e exigiu de mim uma energia tamanha, sobretudo ao nível da sua preparação, mas a alegria e o calor que recebi deste público pagaram tudo isso e muito mais. Foi extremamente gratificante.

AH: Projectos futuros? 
DR: Felizmente, há muitos projetos que irão decorrer, a médio prazo. Tenho mais algumas colaborações na manga com colegas artistas, nos três ramos artísticos que exploro, mas… Não posso revelá-los ainda! Fiquem atentos à minha página de Facebook, pois estou sempre a partilhar lá tudo o que acontece em torno dos meus projetos.

AH: Muito obrigado. :) 
DR: Agradeço imenso esta oportunidade à Abismo Humano. Foi um desafio que me fez viajar até ao meu âmago para explorar as questões colocadas. Espero que tenham gostado de conhecer mais um pouco de mim!

domingo, 15 de novembro de 2015

Próximo concerto dos 11th Dimension: dia 21 de Novembro!

11th DIMENSION apresentam: LEGACY OF CYNTHIA + 11th DIMENSION + MONOLITH MOON @ Casa da Árvore!!!



Os 11th Dimension organizam o seu primeiro mini-fest, e para torná-lo memorável convidaram duas das bandas do underground nacional com uma sonoridade mais distinta: Legacy of Cynthia e Monolith Moon.

O evento terá lugar na Casa da Árvore, para que todos se sintam realmente em casa neste que é também o palco do já conhecido festival Salamandra em Chamas. O ambiente acolhedor e místico deste lugar transforma as noites de música e convívio em histórias, e queremos fazer da noite de 21 de Novembro mais uma história para recordar.

As portas abrirão às 20:00 para que a música comece meia hora depois, impreterivelmente!! E para que o estômago não se queixe da hora, poderão contar com as famosas tostas da Casa da Árvore e muita bebida a um valor tão simpático quanto a própria casa e o seu staff.

- Abertura de portas: 20:00
- Início dos concertos: 20:30 (sem falta!)
- Local: Casa da Árvore - Salamandra Dourada Azinhaga da Cidade, 1750-064 Ameixoeira, Lisboa (mesmo em frente ao metro da Ameixoeira) GPS: 38.779395, -9.159180
- Contribuição: 3,5 Dimensões
- Alinhamento: Monolith Moon / 11th Dimension / LEGACY OF CYNTHIA

Como se trata de um local reservado a sócios, os visitantes deverão trazer o seu cartão de associado. Para quem ainda não tem, poderá fazê-lo à entrada sem qualquer custo adicional.


Evento com apoio: Salamandra Dourada | ROCK 'N' RAW estúdios | Songs for the Deaf Radio | Arcadia Studios | ROCKNRADIO | Goth'n'rock Productions | Via Nocturna (http://vianocturna2000.blogspot.pt/)

Adere ao evento no Facebook!

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

11th Dimension: Entrevista para a rádio Popular FM

No mês passado, tive a honra de ir à Rádio Popular, com a minha banda 11th Dimension, para darmos uma entrevista no programa Catedral do Rock. Foi uma experiência fantástica e super animada para todos nós.
Aqui ficam algumas imagens da nossa passagem por lá, bem como o podcast com a entrevista integral, para quem quiser ouvir a nossa animada conversa, ou então os nossos "engasganços" em loop. :P

11th Dimension na PopularFM
Podcast da entrevista:

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Feature (entrevista + galeria) para a magazine de fotografia e artes TAT - The Awesome Threat

Aqui vai algo que ainda não tinha partilhado convosco: Fui publicada na webzine de fotografia e artes TAT - The Awesome Threat no início do Verão, com uma pequena entrevista e uma galeria de imagens contemplando alguns dos meus trabalhos enquanto modelo. Deixo aqui um prinscreen de todas as páginas, mas poderão consultar a revista (RECOMENDO!! Tem trabalhos maravilhosos) neste link, e poderão encontrar-me por lá da página 94 à página 105.
Não deixem de seguir o trabalho desta magazine maravilhosa, que divulga o que de melhor se faz por cá.


A minha feature com entrevista e galeria na magazine de fotografia e artes TAT.


Deixo aqui uma transcrição integral da entrevista:

The Awsome Threat: De onde vens?
Diana Rosa: Venho de Lisboa.  
TAT: Há quanto tempo és modelo?
DR: Tive a minha primeira experiência neste meio há cerca de 2 anos e meio.  
TAT: Sabemos que estás também ligada à musica pela dança e pelo Canto. Qual das três vertentes artísticas te identifica melhor?
DR: Entre o canto e a dança, é muito difícil a escolha, pois são duas componentes que já estão de tal forma entranhadas na minha vida pessoal e artística e na minha rotina diária que terão de ocupar o mesmo lugar no pódio. Mas se tivesse mesmo mesmo de eleger um único vencedor, seria o canto, pois é a arte que faz parte de mim desde que me conheço, é aquela paixão que nunca me foi apresentada mas já nasceu comigo. É aquilo que desde sempre quis fazer.  
TAT: Qual o momento mais marcante da tua carreira ou qual o projecto mais pessoal?
DR: Trabalho regularmente em diversos projectos nas três vertentes artísticas já referidas que exploro (música, dança e modeling), e é isso que me preenche, mas o meu "bebé" é a minha banda 11th Dimension. É este o projecto que tem mais impacto na minha vida.  
TAT: Quais os maiores obstáculos neste mundo? E qual o teu objectivo?
DR: Creio que o meu maior obstáculo sou eu mesma, porque sou muito crítica em relação àquilo que faço, e muito perfecionista; e quase sempre sinto que aquilo que faço não está suficientemente bom, ou ao nível a que eu gostaria que estivesse. Normalmente não o verbalizo, mas gostaria sempre de ter feito melhor. O meu objectivo é quebrar as minhas inseguranças e sair da zona de conforto, para continuar a aprender, a evoluir e a superar-me.  
TAT: Onde e como te podem contactar e conhecer melhor?
DR: Podem contactar-me através do meu email: dianadarosa@gmail.com; seguir as minhas novidades e projectos na minha página de Facebook: https://www.facebook.com/dianarosaartistpage; e conhecer todo o meu trabalho a um nível mais aprofundado no meu website: http://dianarosa.wix.com/diana-rosa! 


Esta foi a minha primeira entrevista a solo. O meu enorme obrigada à TAT, por esta oportunidade que me deu de divulgar o meu trabalho e de falar um pouco sobre mim. :)

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Photoshoot: O meu primeiro ensaio de nu artístico

Um corpo nu não é nada mais do que aquilo que todos temos por debaixo da nossa roupa. A nossa pele. Aquilo que nós somos, desarmados. Porque tememos tanto a sua imagem?




Aqui fica o meu primeiro set fotográfico de nu artístico, com a maravilhosa fotógrafa Leonor Ribeiro. Um trabalho bastante diferente daquilo a que vos tenho habituado, e que funcionou como uma catarse para mim. Amei. Espero que vocês também!

Como são muitas fotos, aqui no blog vou deixar apenas uma destacada, e as restantes em thumbnail. Podem ver as fotos em tamanho normal na minha página de Facebook aqui (versão censurada, de acordo com as normas do Facebook), ou no meu website aqui (versão não censurada).

Photography: Leonor Ribeiro
Model: Diana Rosa



Para outros trabalhos fantásticos, não deixem de visitar o site da Leonor Ribeiro, em http://www.leonorribeiro.com!

sábado, 1 de agosto de 2015

Mermaid Photoshoot

1 de Agosto. Pleno Verão. Vontade de praia, de mar... O ambiente perfeito para partilhar esta sessão fotográfica fantástica.

Foi um projeto realizado por Wicked Wonderland Photography, com fotografia de Cláudia Melim, para a marca grega Nocturne Jewellery e fez-me sentir uma autêntica sereia. A caracterização, a cargo da Bárbara Madail, foi absolutamente fenomenal, os acessórios da Nocturne Jewelry são LIN-DOS!! A pós produção da Debora Melim fez a magia final. Espero que gostem!



Photography: Cláudia Melim 
Model: Diana Rosa
MUA and hair: Bárbara Madail 
Post-Production: Débora Melim 
Accessories: Nocturne Jewelry 
Visit this album on Facebook



Making of:



Photoshoot:









sexta-feira, 31 de julho de 2015

Campanha SURF Flores Selvagens e Orvalho da Manhã

Olá a todos!

Antes de mais, tenho uma confissão a fazer. Há tarefas domésticas que odeio fazer, como cozinhar (aliás, não só odeio como me recuso a fazê-lo), e há outras que adoro, como tudo o que envolva cuidar dar roupa (sim, até de passar a ferro eu gosto, imagine-se!); e portanto tudo o que me ajude a executar essas atividades de forma ainda mais agradável é extremamente bem vindo, é por isso que certos produtos me deixam tão entusiasmada, como o que vos venho apresentar neste post.

Hoje venho dar-vos a conhecer o novo detergente Surf Playful Scent, com aroma de Flores Selvagens e Orvalho da Manhã.

Como embaixadora da Youzz, fui novamente agraciada com mais uma campanha de experimentação fantástica, e recebi gratuitamente esta embalagem de Surf "Playful Scent" concentrado 25D. Que alegria receber este kit!!

Que alegria receber este kit!!


Já o experimentei na roupa, e o que é que eu achei? Bem, normalmente encontramos perfumes florais nos detergentes, tal como o Surf de lírios tropicais e ylang ylang que também recomendo vivamente, mas este prima pela originalidade, pois o seu aroma parece uma mistura de marshmallows com rebuçados com xaropes. O cheiro é mesmo DOCE, fica na roupa e na casa, e faz-me sentir que estou numa candy shop. :D É como aliar a limpeza à aromaterapia! Se és fã de perfumes, se acreditas que os aromas influenciam o teu estado de espírito, e gostas de roupa bem lavada e cheirosa por longos períodos de tempo, então o Surf é para ti! Para quem dispensa amaciador, este detergente cumpre bastante bem o papel de perfumar a roupa, e diria até que é mais potente nesse sentido do que qualquer amaciador.
Se não aprecias aromas muito adocicados, então recomendo que comeces por um aroma mais tradicional mas igualmente eficiente e duradouro (sugestão: espreita as fragrâncias e formatos disponíveis aqui!).


O meu robe aqui todo ansioso antes de receber uma cheirosa banhoca de alegria! :)

E como adoraria partilhar convosco esta sensação, tenho comigo, para OFERECER, montes de vales de deconto de 4€ (!!!) na compra de qualquer Surf líquido 40D (vários aromas à escolha, dos mais doces aos mais tradicionais); quem quiser, é só pedir, que eu entrego com todo o gosto, e em troca peço apenas o preenchimento de um questionário de feedback sobre o produto. Se for necessário enviar pelo correio, peço apenas a transferência dos portes de envio.


Experimenta tu também, e depois conta-me o que achaste. Combinado? :)

Tudo a postos para desfrutar deste Verão em plena alegria, incluindo a minha roupa!


Se também tu gostarias de receber produtos em casa para experimentares, GRATUITAMENTE, e apenas em troca da tua opinião, regista-te já na comunidade Youzz, torna-te embaixador(a) de campanha e experimenta produtos das tuas marcas preferidas em primeira mão! Qualquer ajuda de que precises, não hesites em contactar-me!

sábado, 25 de julho de 2015

Dois espetáculos que não podes perder neste mês!

No dia 18 de Julho, pelas 22 horas estarei a dançar no Clube Atlético de Arroios, na Noite Oriental - o espetáculo de fim de ano das minhas aulas.
Poderão assistir a uma demonstração de danças orientais comigo e as minhas alunas, e ainda a um momento de danças africanas.



No dia 25 de Julho irei atuar no espetáculo RIOT GRRRL! Será uma noite cheia de rock'n'roll no feminino, com concertos de Anarchicks e Ana Figueiredo, performances de dança de Manu de la Roche (burlesco) e Diana Rosa (Dança Oriental de Fusão), ainda a DJ Maria P.

Além da minha performance dançante, contem ainda com outras surpresas da minha parte... Um momento musical, talvez? :)




O meu convite personalizado!



A Diana Rosa vai maravilhar-nos com a sua dança oriental de fusão, plena de irreverência e sensualidade. Será uma das...
Posted by I LOVE ROCK N' ROLL PORTUGAL on Terça-feira, 21 de Julho de 2015

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Ajudas-me a realizar um sonho?

Hoje venho pedir-vos uma pequena ajuda!

A minha participação no concurso

Estou a concorrer a um giveaway DE SONHO, organizado pelas artistas criadoras de Eleán'Art e Elfic Wear, que tanto admiro. Para quem não conhece as artistas por detrás deste projeto, a Mara D'Eleán é uma artista linda, multifacetada e cheia de talento em tudo o que faz: fotógrafa, makeup artist, modelo, diretora de video, designer, e tudo o mais que a desafiar. E a Angélica Elfic é a grande mente que cria, as mãos mágicas que executam, e a elfinha que pousa na marca de roupa e props de fantasia Elfic Wear. Trabalham em conjunto frequentemente e a arte que nos trazem leva-nos automaticamente para um mundo de fantasia habitado por elfos, fadas, e criaturas mágicas.

Mara D'Eleán (Eleán'Art)

Angélica Elfic (Elfic Wear)

Para quem me conhece e sabe como adoro estes universos, e como adoro fotografia dentro de temas mais fantásticos e etéreos, é natural que compreenda a importância que este concurso tem para mim, porque o prémio será uma sessão fotográfica organizada por estas Senhoras, com figurinos Elfic Wear, e com direito a ficar com uma das peças usadas na sessão!!!

Para me ajudarem a entrar neste universo mágico, só têm de cumprir 3 passos:




Não custa nada! :D Muito obrigada pela ajuda! 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Brumas hidratantes: Pulveriza-te!

Com a chegada dos dias quentes, gostaria de vos falar de um tipo de produto cosmético que, apesar de não ser dos mais divulgados, eu acho espetacular e imprescindível: as brumas hidratantes (ou, se preferirem, hydrating mist sprays, ou ainda spritzers).



E porque é que sou tão fã deste tipo de formato? Aqui segue a minha lista pessoal de motivos, ou enumeração de vantagens:

- É super leve!
Um bruma é diferente de um spray tradicional. Enquanto que os sprays tradicionais são mais direcionais e nos levam a depositar uma grande quantidade de produto numa reduzida área de pele, o difusor de uma bruma permite distribuir de forma mais dispersa as partículas do produto - o que faz toda a diferença na experiência da aplicação. Tal como o nome indica, uma bruma é uma espécie de névoa, e cai suavemente sobre a pele, acariciando-a.

- É prático e rápido!
Caramba, haverá alguma coisa mais prática do que um spray que primes durante uns segundos e te deixa instantaneamente hidratada e pronta para enfrentar as dificuldades do dia a dia? Nem é preciso espalhar, e não fica com aspeto gorduroso.
É ideal para aquelas pessoas que não aplicam cosméticos e não têm tempo nem paciência para cremes. Não diria que substitui os outros produtos de cuidados dermocosméticos por completo, mas para quem já os aplica é um complemento, e para quem não os aplica, é uma compensação.

- Existe uma variedade enorme.
Brumas hidratantes faciais, brumas para o corpo, outras para o cabelo, outras para tudo, outras com um leve perfume que nos envolve... Quase todas as marcas de cosméticos já incluem este tipo de produto nas suas gamas, e portanto existem também opções para todos os gostos e carteiras.




- São bastante hidratantes e nutritivas para a pele.
Pois além de conterem água, muitas delas são enriquecidas com vitaminas e sais minerais. E aqui vale a pena dar destaque àquelas que são elaboradas com águas termais: Avène, Vichy, Uriage, etc...

- Tem uma infinidade de aplicações.
Além da função mais óbvia de mero hidratante ou refrescante da pele, uma bruma pode ser utilizada para os mais diversos fins.

  • Pode usar-se como tónico, antes de aplicar o creme diário; 
  • Como finalizador ou fixador de maquilhagem, criando uma leve matriz unificadora dos pós utilizados;
  • Como solvente para recuperação de sombras de olhos ou blushes quebrados, se forem em pó, ou ressequidos, se forem em gel, unificando os seus componentes e devolvendo a textura; 
  • Em cuidados dermatológicos. No caso da água termal, como produto medicinal e de higiene para lavagem diária de zonas em cicatrização, em situações de pós operatório ou após tratamentos agressivos em áreas sensíveis. A água termal de Avène foi-me receitada pela minha médica, após um tratamento médico com estas características. Evidentemente, não recomendo a auto-medicação nestes casos, pois deverá sempre ser aplicada de acordo com a indicação de um médico ou farmacêutico; no entanto, achei importante referir esta aplicação na mesma, pois reforça o quão salutar, curativo e recomendável é um produto deste género.
  • Como finalizador de cuidados quotidianos agressivos para a pele, tais como a remoção da maquilhagem, a depilação ou o barbear;
  • Como calmante em zonas da pele com vermelhidão, desconforto, picadas de insetos ou queimaduras solares;
  • Como revitalizante e refrescante durante períodos de calor, em viagens, ou após a prática desportiva.


- Dá uma sensação revitalizante de frescura
Ainda que não possuíssem nenhuma das vantagens descritas em cima, valeria a pena aplicar uma bruma hidratante apenas pela sensação de prazer que dá. É calmante, refrescante, revitalizante, e é muito muito agradável o seu toque aveludado na pele. Eu sinto imensa necessidade de utilizar durante períodos longos de trabalho em que me sinto desgastada, e a sua aplicação sobre o rosto ajuda-me realmente a recuperar energia para prosseguir com o meu trabalho.
Para uma maior sensação de frescura, pode até colocar-se a embalagem no frio uns minutos antes de aplicar!


A lista poderia continuar de forma teoricamente infinita, mas preferia conhecer outras opiniões. Para ti que estás a ler esta publicação: Já alguma vez utilizaste uma bruma? Se sim, quais são os principais usos que lhe dás?


Para finalizar, deixo aqui as que uso habitualmente, e que não dispenso nem por nada:

Água termal de Avène. Acalmante e anti-irritante, para peles sensíveis. Um básico essencial na minha lista de produtos.


Eau de Cartier. Bruma hidratante para rosto e corpo. Com um suave perfume, conquistou-me há muitos anos.


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A autora do blog não comenta nas suas publicações produtos que não conhece. Todos os produtos apresentados nestas páginas foram, portanto, adquiridos e testados por mim.


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sábado, 18 de abril de 2015

Garnier Miracle Skin Cream - Review

Hoje vou falar-vos de um creme que experimentei esta semana - O Garnier Miracle Cream

Devo dizer que, à primeira vista, não é um creme que me ocorreria comprar, se o visse à venda no supermercado. Isto porque se trata de um creme anti-idade, e dado que ainda tenho uma pele relativamente jovem (26 anos), embora tenha noção de que é um assunto no qual deveria começar a pensar, normalmente esta não é a minha primeira prioridade quando procuro produtos de cuidados de rosto. No entanto, como sou uma fã de amostras, aproveitei a oportunidade no site da Garnier para pedir uma, e foi simplesmente por isso que optei por experimentar (e também porque o meu creme de rosto tinha chegado ao fim).




A descrição do produto diz o seguinte:


Um cuidado anti-idade para uma dupla transformação da pele (Imediata e Duradoura):
1. Transformação Imediata: A sua textura auto-ajustável transforma-se em contacto com a pele libertando um concentrado de luminosidade para corrigir imediatamente os sinais de idade.
2. Transformacão Duradoura: Graças à sua fórmula anti-idade este cuidado combate os sinais de envelhecimento.

Resultados imediatos:
1. Melhoria visível da tez: Homogénea e Luminosa; 2. Melhoria da pele ao toque: mais lisa e mais suave; 3. Redução dos sinais de fadiga: Desde de manhã até à noite. 
Resultados Duradouros: 
1. Redução visível dos sinais de idade: Rugas e Manchas reduzidas, pele mais firme; 2. Melhoria duradoura da qualidade da pele: Pele mais uniforme e grão de pele afinado.



Apliquei o produto à noite, depois de limpar a pele e passar um tónico leve. Adorei o perfume, e a textura também é agradável, mas a sensação foi um pouco estranha pois me apercebi-me de que se trata de um creme de dia - apesar de não ter essa informação indicada - porque possui pigmento! Sim!! É um creme com cor.

De facto, confirma-se o que contém:
7 activos anti-idade + FPS 20
Complexo Anti-Idade 7 Activos: LHA, Pro-retinol; Derivado de Vitamina C; Vitamina B3; Provitamina B5; Péptidos tensores; Extrato de Gengibre. + Mirco-Capsulas enriquecidas com Mirco-Pigmentos

Micro-pigmentos e factor de proteção, componentes indicadas exactamente para cremes de dia. Achei o pigmento horrível e não tem nada a ver com o meu tom de pele. Tenho uma tez branca, mais para o rosado, e os pigmentos, apesar de estarem em concentração muito baixa e darem só um tom muito leve, deixaram-me um tom amarelado que não me favoreceu nada - nesta altura dei graças por ter optado por experimentá-lo de noite! Depois, fui dormir, e o "milagre" deu-se na manhã seguinte.

Eu, como qualquer pessoa de bom senso, acho sempre que as afirmações das marcas sobre os resultados dos produtos são um pouco exageradas, uma questão de marketing. Mas desta vez, tenho de dar o braço a torcer. Não é que o creme cumpriu o prometido logo na primeira aplicação?!

Quando acordei no dia seguinte, já não tinha obviamente qualquer pigmentação na pele, mas a minha pele estava MUITO DIFERENTE. Eu estou num período de grande desgaste, e isso reflete-se imenso na minha pele. A fadiga resultante de muito trabalho e poucas horas de sono, deixam a pele do meu rosto numa miséria: pareço um zombie. Na noite em que apliquei o creme, bem como nos dias anteriores a esse, a minha pele apresentava bastantes sinais de fadiga, a nível da cor irregular, da oleosidade e do grão, e tinha ainda marcas prolongadas de borbulhas espremidas nas faces que teimavam em não desaparecer. No dia seguinte a ter aplicado o creme senti uma redução bastante significativa nesses sinais, ao ponto de ficar especada a olhar para o espelho. Pensei se seria ainda o efeito "base" mas não; depois de lavar o rosto, a sensação permaneceu.
E portanto tenho o aplicado nestes últimos dias, seja antes de ir dormir, ou no momento em que chego a casa.

Aqui está a minha amostrinha milagrosa!

Conclusão:
Optei por dar a este creme uma utilização diferente, porque não gosto da cor que dá à minha pele no momento em que o aplico, e portanto não o usaria como creme de dia. Mas na minha pele funcionou bastante bem como creme de noite. Os resultados foram bastante rápidos, duradouros e visíveis. A minha pele ficou bastante mais uniforme, mais suave ao toque, as marcas de borbulhas persistentes diminuiram, a oleosidade foi atenuada. E senti sobretudo que me tirou aquele ar assustador de zombie e me deu VITALIDADE à pele.
Portanto, sim senhora, este creme cumpre o que promete. Claro que cada pele é uma pele, e é por isso que é boa ideia experimentar produtos através de amostras. Este foi o resultado com a minha pele; não significa que a experiência seja exactamente igual para toda a gente, mas por aquilo que experienciei, fica altamente recomendado!




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A autora do blog não comenta nas suas publicações produtos que não conhece. Todos os produtos apresentados nestas páginas foram, portanto, adquiridos e testados por mim.


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sexta-feira, 3 de abril de 2015

The Great Lioness + 1349 - Colaboração com The Autist

Creio que ainda aqui não o tinha deixado, portanto aqui fica o registo da minha colaboração com os The Autist. :) Foi um prazer enorme para mim ser convidada a entrar em duas colaborações para o EP de estreia desta promissora banda nacional, e uma grande honra poder voltar a trabalhar com o genial Pedro Remiz, com quem já tinha realizado uma colaboração musical no passado.


Durante as gravações

Aqui fica o resultado final. Podem encontrar a minha colaboração vocal nas faixas 4 e 5 do EP Entangled.




E aqui ficam alguns registos de quando pisei o palco com os The Autist, juntando a minha voz às vozes dos vocalistas Edna e João Prim, nas faixas The Great Lioness e 1349. Tratou-se de um festival realizado na República da Música, onde actuou a minha banda 11th Dimension, bem como Mass Disorder, Gennoma, A Peaceful Chaos e The Autist.

Actuando com os The Autist. Fotografia: SoundSpread

Actuando com os The Autist. Fotografia: Gonçalo Matos, Arcadia Studios


Fiquem atentos ao trabalho desta banda! :)

Entretanto, tenho imensos projectos novos para apresentar em breve! Não se esqueçam de seguir as minhas actualizações na minha PÁGINA DE FACEBOOK, bem como no meu WEBSITE. ^^

sábado, 31 de janeiro de 2015

"Mais Um Dia" - Colaboração com Ana Figueiredo

Foi uma das colaborações artísticas que tive o prazer de concretizar em 2014, a convite da doce Ana Figueiredo. Uma experiência que muito me honrou, e que vou recordar com muito carinho. :)

Neste trabalho colaborei enquanto cantora e bailarina. Aqui ficam alguns registos de como tudo aconteceu, bem como o trabalho final.


Making of - Voz




Com Ana Figueiredo e Ivo Conceição, no estúdio

Making of - Videoclip

Na serra de Sintra, com o realizador Mário Guilherme e a Ana Figueiredo

Fotografias tiradas pelo Ivo Conceição, durante as filmagens:





Teaser:





E aqui fica o produto final no trabalho de todos!!
Videoclip:

 


Um grande obrigada à Ana Figueiredo e ao Ivo Conceição por este convite, e parabéns a toda a equipa pelo trabalho excepcional: Ana Figueiredo, Ivo Conceição, Synthetique Anarchick, Alex Santos, Ricardo Martins, Diana Rosa, Mário Guilherme e Bernardo Madureira.


O álbum sairá este ano. Sigam à página oficial da Ana Figueiredo e fiquem atentos às novidades! :)